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Existe viagem mais romântica que a do Expresso do Oriente? Que tal a promessa de ser levado a terras exóticas num estilo digno dos reis, com painéis de mogno, lençóis brancos, porcelanas e pratarias tilintando nos vagões-restaurantes.

A primeira viagem do Expresso do Oriente saiu de Paris em 1883, com destino à Romênia Os passageiros então cruzavam o Danúbio de barco para chegar à Bulgária, onde apanhavam outro trem até Varna e de lá pegavam uma balsa para Constantinopla, pelo mar Negro.

Em 1889, a viagem Paris-Istambul passou a ser totalmente ferroviária, com duração de 67 horas e meia. A rota mais autêntica é por Viena, Budapeste e Belgrado (ou Bucareste), mas foi alterada ao longo dos anos — por questões financeiras ou fronteiriças.

As décadas de 1920 e 1930 foram o auge do Expresso do Oriente, quando o glamour do serviço se adequava ao espírito da época, e os aviões comerciais ainda não ofereciam uma alternativa mais rápida.

Nobres e diplomatas confraternizavam nos luxuosos vagões que zuniam por uma Europa marcada pela guerra-Saindo de Paris, o trem atravessava os campos de batalha do norte da França a caminho de Estrasburgo e da fronteira. Cidades alemãs se sucediam — Stuttgart, Ulm, Munique — antes dos Alpes e da Áustria..

Depois de Salzburg vinha Viena, a partir de onde a ferrovia acompanhava o Danúbio, passando por Bratislava e Budapeste. De lá havia duas opções: via Bucareste, para pegar o barco no mar Negro; ou pelo sul, via Belgrado e Sófia Em Istambul, os passageiros se recolhiam ao Pera Palace, o hotel da companhia Wagons-Lits, onde transcorriam mais saraus e fatos históricos: foi na suíte 411 que Agatha Christie escreveu Assassinato no Expresso do Oriente.

A partir de 1919, o Expresso do Oriente Simplon era u rota mais meridional — de Paris a Istambul via Lausanne, Milão, Venepco uma e Belgrado. Assim evitava-se a Alemanha, país então visto com suspeita. Mas, qualquer que fosse a rota, era a essência do trem que capturava, a imaginação,:

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